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ADRIANE CRISTIANE HEDLUND
TENENTE PORTELA - RS

Sobre o blogueiro:
LICENCIADA EM FILOSOFIA
PELA URI/FW.ACADÊMICA DO
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA PELA UFSM.PÓS
GRADUADA EM GESTÃO
EDUCACIONAL E EM
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E
COMUNICAÇÃO VOLTADAS A
EDUCAÇÃO - TICs PELA
UFSM.PROFESSORA HÁ 14
ANOS ,COM VASTO
CONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO
BÁSICA.
 
Visitas: 4.106
Criado em: 15/06/2010
 
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PARA QUE SERVE OS PROFESSORES??
 
Só para professores!!!

 

 “Se você acha que a educação é cara, tenha a coragem de experimentar a  ignorância."
Derek Bok, ex-presidente da Universidade de Harward


O FIM DOS PROFESSORES

O ano é 2.209 D.C. - ou seja, daqui a duzentos anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:

– Vovô, por que o mundo está acabando?

A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:

– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.

– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?

O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e
dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.

– Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?

– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.

– E como foi que eles desapareceram, vovô?

– Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que
veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.

Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”. Isso quando não iam os próprios
pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas
mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. Os professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.

Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos
passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.

Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à
profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram
descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol,
artistas de novelas da televisão, sindicalistas – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.

Ah, mas teve um fator chave nessa história toda. Teve uma época longa chamada ditadura, quando os milicos colocaram os professores na alça de mira e quase acabaram com eles, que foram perseguidos, aposentados, expulsos do país, em nome do combate aos subversivos e à instalação de uma república sindical no país. Eles fracassaram, porque a tal da república sindical se
instalou, os tais subversivos tomaram o poder, implantaram uma tal de “educação libertadora” que ninguém nunca soube o que é, fizeram a aprovação
automática dos alunos com apoio dos políticos... Foi o tiro de misericórdia nos professores. Não sei o que foi pior – os milicos ou os tais dos subversivos.

– Não conheço essa palavra. O que é um milico, vovô?

– Era, meu filho, era, não é. Também não existem mais...


O TEXTO
Foi o professor Antonio Carlos Moreno quem me enviou o texto acima que circula na internet desde 2009. Mas como ele se mantém atualíssimo, vale repassá-lo para os nossos leitores.

 
Escrito por:ADRIANE CRISTIANE HEDLUND - 22/08/2011 19:23
 
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O CADERNO
 
Eu não sei se você se recorda do seu primeiro caderno, eu me recordo do meu.
Com ele eu aprendi muita coisa, foi nele que eu descobri que a
experiência dos erros
.Ela é tão importante quanto às
experiências dos acertos
.Porque vistos de um jeito certo, os erros,
Eles nos preparam para nossas vitórias e conquistas futuras
Porque não há aprendizado na vida que não passe pelas experiências dos erros

O caderno é uma metáfora da vida,
Quando os erros cometidos eram demais, eu me recordo,
Que a nossa professora nos sugeria que agente virasse a página.
Era um jeito interessante de descobrir a graça que há nos recomeços.

Ao virar a página, os erros cometidos deixavam de nos incomodar
e a partir deles,

A gente seguia um pouco mais crescido.

O caderno nos ensina que erros não precisam ser
fontes de castigos.
Erros podem ser fontes de virtudes!
Na vida é a mesma coisa, o erro tem que estar à
serviço do aprendizado;
Ele não tem que ser fonte de
culpas e vergonhas.
Nenhum ser humano pode ser verdadeiramente grande
sem que seja capaz de reconhecer os erros que cometeu na vida.

Uma coisa é agente se arrepender do que fez! Outra
coisa é agente se sentir culpado.
Culpas nos paralisam.
Arrependimentos não!

Eles nos lançam pra frente, nos ajudam a corrigir os
erros cometidos.


Deus é semelhante ao caderno.
Ele nos permite os erros pra que agente aprenda
a fazer do jeito certo.


Você tem errado muito?
Não importa, aceite de Deus essa nova página de vida
que tem nome de hoje!

Recorde-se das lições do seu primeiro caderno.
Quando os erros são demais, vire a página!
PADRE FÁBIO DE MELO
 
Escrito por:ADRIANE CRISTIANE HEDLUND - 26/03/2011 14:12
 
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"Se eu não fosse imperador, desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro." (D. Pedro II)
 

 

Bem, não é necessária dizer que estas instruções estão atualizadíssimas, e que deveriam ser passadas para cada mestre de nosso País, e que cada criança deveria ser educada para ser um homem de bem, ou melhor, um monarca do bem. Seria pedir muito?

 

 
Escrito por:ADRIANE CRISTIANE HEDLUND - 15/03/2011 21:22
 
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O sentido do Natal
 

O Natal não tem um sentido em si mesmo. O sentido do Natal é aquele que as pessoas lhe atribuíram ao longo dos séculos. A bem da verdade, Jesus não nasceu na noite de 24 para 25 de dezembro. Os pesquisadores dos relatos sobre o seu nascimento, contidos nos evangelhos canônicos e apócrifos, são inclinados a situar o seu nascimento na Primavera e não no Inverno. Se o evangelho de Lucas está certo sobre a noite do nascimento de Jesus, não haveria pastores nos campos, como consta de sua narrativa (Lc.2,8), caso o acontecimento tivesse se dado durante o Inverno do Hemisfério Norte.

“Mas como, então, o Natal passou a ser comemorado no dia 25 de dezembro?”, pode alguém perguntar. É que no século IV, quando o cristianismo passou a ser a religião oficial do Império Romano, em substituição aos cultos pagãos, havia a celebração de uma festa muito popular na religião do deus Mitra, que simbolizava a luz divina, exatamente nessa data. Era quando o sol, após ter descido no ponto mais baixo na linha do horizonte (o Solstício de Inverno), reiniciava o movimento de ascensão em direção ao zênite. A decisão, pois, de celebrar o Natal nessa data foi política e visava esvaziar as comemorações do culto a Mitra. Com isso a Igreja absorvia toda a beleza da festa pagã que caracterizava-se por ser uma festa muito colorida e luminosa, como o é até hoje.

Não estamos propondo mudar o dia de comemoração do Natal. Mesmo porque ninguém saberia dizer qual é a verdadeira data do nascimento de Jesus. Do ponto de vista simbólico, o Solstício de Inverno, no Hemisfério Norte, representa a ocasião perfeita para sua celebração, que é quando a luz do Cristo que acabava de nascer começa também a brilhar sobre toda a humanidade.

Falamos no início sobre a importância de nós mesmos darmos sentido às festividades de Natal. Assim, o espírito de confraternização, de amor e reconciliação deve partir do coração de cada um de nós. O Natal terá o sentido que nós lhe emprestarmos. Houve um santo cristão que afirmou algo a esse respeito, quando disse que "de nada adianta Jesus ter nascido em Belém se o Cristo não nascer no coração de cada um de nós". Portanto, vamos trabalhar nesse sentido, nesse e em todos os Natais.

 

 

Sentido Do Natal
Fernanda Brum

Sentido do Natal

Quanta lembrança me traz o Natal
Parte da infância que não volta mais
Arvores, luzes me fazem sonhar
Mas sinto que algo precisa mudar

Onde está o verdadeiro sentido?
Natal real é ter Jesus como amigo!

Há correria em todo lugar
Tanta euforia me faz questionar
Se a humanidade entendeu o porque
De Deus enviar-nos tão lindo bebe

Onde está o verdadeiro sentido?
Natal real é ter Jesus como amigo!

Quando se crê no motivo real
De comemorar com alegria o Natal
Um sentido de paz e de amor
Vem logo habitar nosso interior

Aleluia! Sim encontrei o sentido
Natal real é ter Jesus como amigo!

 
Escrito por:ADRIANE CRISTIANE HEDLUND - 23/12/2010 23:20
 
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...É DIFÍCIL SER NEUTRO EM UM TREM EM MOVIMENTO...
 

 

Quando eu me tornei uma professora eu não podia simplesmente deixar fora da sala de aula minhas próprias experiências. Eu sempre me pergunto como muitos professores conseguem passar um ano com um grupo de estudantes e nunca revelar quem eles são, que tipo de vida eles levaram, de onde suas idéias vêm, no que eles acreditam, ou no que eles querem para si, para seus estudantes, e para o mundo.

O simples fato deste acobertamento existir não nos ensina algo terrível – que você pode separar o estudo da literatura, história, filosofia, política, artes, de sua própria vida, de suas mais profundas concepções de certo e errado?

No meu ensino nunca escondi minhas visões políticas: meu ódio pela guerra e o militarismo, minha raiva perante a diferença racial, minha crença num socialismo democrático, numa distribuição racional e justa da riqueza do mundo. Sempre deixei claro meu desprezo por qualquer tipo de injustiça, seja por nações poderosas sobre as mais fracas, governos sobre seus cidadãos, empregadores sobre empregados, ou por qualquer um, da Esquerda ou da Direita, que acha que possui o monopólio sobre a verdade.

Esta mistura de ativismo e ensino, esta insistência em que a educação não pode ser neutra sobre as questões cruciais de nosso tempo, este movimento da sala de aula para as lutas fora dela por professores que esperam que seus alunos façam o mesmo, sempre assustou os guardiões da educação tradicional. Eles preferem que a educação simplesmente prepare a nova geração para tomar seu devido lugar na velha ordem, não que ela questione essa ordem.

Sempre comecei minhas aulas deixando claro para meus alunos que eles estariam tendo o meu ponto de vista, mas que eu tentaria ser justo quanto aos outros. Encorajei meus alunos a discordar de mim.

Nunca pretendi uma objetividade que não é nem possível nem desejável. “Você não pode ser neutro num trem em movimento”, eu sempre disse a eles. Alguns não entendem a metáfora, especialmente quando a tomam literalmente e tentavam dissecar seu significado. Outros imediatamente entendem o que eu quero dizer: que os eventos já estão se movendo numa direção mortal, e que ser neutro significa aceitar isso.

 
Escrito por:ADRIANE CRISTIANE HEDLUND - 02/12/2010 08:55
 
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EDUCAR PARA SER HUMANO = SER FELIZ
 

"EDUCAÇÃO É FORMAR PESSOAS VERDADEIRAMENTE HUMANIZADAS E FELIZES...ISSO SIGNIFICA FORMAR PESSOAS COM MUITA ÉTICA , PRINCÍPIOS E PROJETOS DE VIDA...SEM ISSO NÃO É POSSÍVEL SER HUMANO E SER FELIZ."

FREI BETTO

 
Escrito por:ADRIANE CRISTIANE HEDLUND - 05/08/2010 17:34
 
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OLHAR E VER
 

 

 

 

Olhar é fácil.Ver é muito complicado. William Blake sabia disso é afirmou: “A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê”. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso é afirmou que a primeira tarefa da educação era ensinar a ver. A diferença se encontra no lugar onde os olhos são guardados. Se os olhos estão na Caixa de Ferramentas eles são apenas ferramentas que usamos por sua função prática. Com eles vemos objetos e ajustamos a nossa ação. O ver se subordina ao fazer. Isso é necessário. Mas é muito pobre. Mas quando os olhos estão na Caixa dos Brinquedos eles se transformam em órgãos de prazer: brincam com o que vêem, olham pelo prazer de olhar. Os olhos que moram na Caixa de Ferramentas são os olhos dos adultos. Os olhos que moram na Caixa dos Brinquedos são os olhos das crianças.Precisamos ver com os olhos .

A missão  do educador  é aprender a ver e assemelhar-se ao  jardineiro. Não pode fazer germinar a semente. A força e a capacidade da germinação já estão contidas na própria semente .No entanto ,o jardineiro cria condições para que ocorra o germinar.Aduba o canteiro ,semeia,rega e protege.Só assim terá  certeza da primavera.O ato educativo é um ato de cuidado, de dedicação que auxilia na formação do ser  ao permitir a potencialização das capacidades intrínsecas deste ser. Educar  é ver é autonomizar sujeitos para que floresçam  e frutifiquem na cidadania.

 
Escrito por:ADRIANE CRISTIANE HEDLUND - 28/07/2010 22:36
 
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VALOR DA AMIZADE
 

Vamos comemorar o Dia do Amigo, celebrar a amizade e ressaltar, sempre, o seu valor. Na vida, é essencial cultivar a amizade em nossas relações, porque ela é uma necessidade da alma.
   Nós somos feitos de sonhos e a amizade nos faz realizá-los. O sentimento da amizade figura entre os mais poderosos e misteriosos instintos humanos.
   A amizade não resulta de uma simpatia nascida de interesses comuns, ou de níveis de cultura; não é uma relação baseada em intercâmbio de idéias, pois, também, se desenvolve no silêncio. Em sua nobreza, a amizade é o sal que dá valor à convivência humana. É o sol que clareia caminhos do viver. Para que nasça e permaneça, exige a prática mútua de todas as virtudes da convivência: sinceridade, lealdade e generosidade. É um centro de interesses que estimula o desenvolvimento de muitas virtudes!
   Há muitos séculos, pensadores buscam ressaltar a amizade, desde Platão com o seu “Lísias”, ou “Sobre a Amizade”.
   Mas pouco se possui sobre o cultivo da amizade, sobre educar para a amizade.
   É falsa a idéia de que a amizade surge de maneira espontânea em todas as pessoas. Não basta ser animado e simpático para se ter muitos amigos.
   Sócrates: “Era o que havia de mais importante e necessário para ele, desde a infância”.
   Aristóteles: “A amizade é uma virtude, ou ao menos vem acompanhada de virtude e, além do mais, é o que há de mais necessário para a vida. Ninguém gostaria de viver sem amigos, mesmo que possuísse todos os demais bens”. Em “Ética a Nicômaco”, ele procura demonstrar que a realidade particular, diante dos ideais em comum, da admiração e do fascínio do que se faz, é um dos “detonadores” que desencadeiam amizade entre diferentes pessoas, de categorias profissionais e gerações.
   Para Cícero: “Penso que deveria perguntar o que se pode dizer sobre a amizade aos que a praticam”.
   William Shakespeare, sobre amizade à distância, escreveu:
   “Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.
   E aprende a construir as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos.
   Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
   E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
   Aprende que o tempo não é algo que possa voltar atrás.
   Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
   E você aprende que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida”.
   Cultivar a amizade é tarefa básica ? Podemos ter companheirismo sem amizade? Podemos viver sem amigos? É valor necessário às criaturas? É preciso educar para a amizade? Deve ser prioridade no relacionamento familiar? Na escola? No trabalho? Ou será só um nome?
   A amizade aponta a eternidade como fonte de nossa satisfação. Ela tem risco porque diviniza o amigo e está sujeita a desilusões. Afinal de contas, está diante de uma criatura humana.
   Só existe uma amizade suprema, para a qual se concentram todas as amizades. Existe só um amigo ideal, perfeito e completo, aquilo que buscamos nos afetos humanos: é Deus.
   É uma resposta à inquietação humana, mas nunca a satisfaz plenamente.
   Há muito a se pesquisar, estudar, praticar e influenciar escolas, organizações profissionais e de negócios para envolver o maior número de adeptos da nobre causa da amizade.
   O mundo, para viver em paz, necessita cultivar a amizade.
“É importante lembrar que a amizade verdadeira possui regras que não podem ser violadas sem que se viole a própria amizade”, afirma Geraldo Castilho em “Educar para a Amizade”.
   Não há verdadeira amizade sem educação da amizade, sem cultivo, sem atenções, sem cuidados. É preciso estimular, aperfeiçoar a vida de amizade.
   Ela é virtude que pertence ao gênero das atividades práticas e, por isso, só pode ser adquirida mediante o exercício.

 
Escrito por:ADRIANE CRISTIANE HEDLUND - 20/07/2010 00:01
 
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CAIXA DE FERRAMENTAS + CAIXA DE BRINQUEDOS =EDUCAR PARA CIDADANIA
 

 

A caixa de Brinquedos

 

A idéia de que o corpo carrega duas caixas, uma caixa de ferramentas, na mão direita, e uma caixa de ferramentas, na mão esquerda, ela me apareceu enquanto me dedicava a mastigar, ruminar e digerir Santo Agostinho. Como vocês devem saber, eu leio antropofagicamente. Porque os livros são feitos com a carne e o sangue daqueles que os escrevem. Dos livros se pode dizer o que os sacerdotes dizem da eucaristia: “Isso é o meu corpo; isso é a minha carne”. Ele não disse como eu digo. O que digo é o que ele disse depois de passado pelos meus processos digestivos. A diferença é que ele disse na grave linguagem dos teólogos e filósofos. E eu digo a mesma coisa na leve linguagem dos bufões e do riso. Pois ele, resumindo o seu pensamento, disse que todas as coisas que existem se dividem em duas ordens distintas. A ordem do “uti” ( ele escrevia em Latim ) e a ordem do “frui”. “Uti” = o que é útil, utilizável, utensílio. Usar uma coisa é utilizá-la para se obter uma outra coisa. “Frui” = fruir, usufruir, desfrutar, amar uma coisa por causa dela mesma. A ordem do “uti” é o lugar do poder.Todos os utensílios, ferramentas, são inventados para aumentar o poder do corpo.  A ordem do “frui”, ao contrário, é a ordem do amor – coisas que não são utilizadas, que não são ferramentas, que não servem para nada. Elas não são úteis; são inúteis. Porque não são para serem usadas mas para serem gozadas.

Aí vocês me perguntam: quem seria tolo de gastar tempo com coisas que não servem para nada, que são inúteis? Aquilo que não tem utilidade é jogado no lixo: lâmpada queimada, tubo de pasta dental  vazio,  caneta bic sem tinta...

Faz tempo preguei uma peça num grupo de cidadãos da terceira idade. Velhos aposentados. Inúteis. Comecei a minha fala solenemente. “Então os senhores e as senhoras finalmente chegaram à idade em que são totalmente inúteis...”  Foi um pandemônio. Ficaram bravos. Me interromperam. E trataram de apresentar as provas de que ainda eram úteis. Da sua utilidade dependia o sentido de suas vidas. Minha provocação dera o resultado que eu esperava. Comecei, então, mansamente, a argumentar. “Então vocês encontram sentido para suas vidas na sua utilidade. Vocês são ferramentas. Não serão jogados no lixo. Vassouras, mesmo velhas, são úteis. Já uma música do Tom Jobim é inútil. Não há o que se fazer com ela. Os senhores e as senhoras estão me dizendo que se parecem mais com as vassouras que com a música do Tom... Papel higiênico é muito útil. Não é preciso explicar. Mas um poema da Cecília Meireles é inútil. Não é ferramenta. Não há o que fazer com ele. Os senhores e as senhoras estão me dizendo que preferem a companhia do papel higiênico à companhia do poema da Cecília...”  E assim fui, acrescentando exemplos. De repente os seus rostos se modificaram e compreenderam... A vida não se justifica pela utilidade. Ela se justifica pelo prazer e pela alegria – moradores da ordem da fruição. Por isso que Oswald de Andrade, no “Manifesto Antropofágico”, repetiu várias vezes “a alegria é a prova dos nove, a alegria é a prova dos nove...”

E foi precisamente isso que disse Santo Agostinho. As coisas da caixa de ferramentas, do poder, são meios de vida, necessários para a sobrevivência. (Saúde é uma das coisas que moram na caixa de ferramentas. Saúde é poder. Mas há muitas pessoas que gozam perfeita saúde física e, a despeito disso, se matam de tédio.) As ferramentas não nos dão razões para viver. Elas só  servem como chaves para abrir a caixa dos brinquedos.

Santo Agostinho não usou a palavra “brinquedo”. Sou eu quem a usa porque não encontro outra mais apropriada. Armar quebra-cabeças, empinar pipa, rodar pião, jogar xadrez, bilboquê, jogar sinuca, dançar, ler um conto, ver caleidoscópio: não levam a nada. Não existem para levar a coisa alguma. Quem está brincando já chegou. Comparem a intensidade das crianças ao brincar com o seu sofrimento ao fazer fichas de leitura! Afinal de contas, para que servem as fichas de leitura? São úteis? Dão prazer? Livros podem ser brinquedos?

O inglês e o alemão têm uma felicidade que não temos. Têm uma única palavra para se referir ao brinquedo e à arte. No inglês, play. No alemão, spielen.  Arte e brinquedo são a mesma coisa: atividades inúteis que dão prazer e alegria.  Poesia, música, pintura, escultura, dança, teatro, culinária: são todas brincadeiras que inventamos para que o corpo encontre a felicidade, ainda que em breves momentos de distração, como diria Guimarães Rosa.

Esse é o resumo da minha filosofia da educação. Resta perguntar: os saberes que se ensinam em nossas escolas são ferramentas? Tornam os alunos mais competentes para executar as tarefas práticas do cotidiano? E eles, alunos, aprendem a ver os objetos do mundo como se fossem brinquedos? Têm mais alegria?  Infelizmente não há avaliações de múltipla escolha para se medir alegria...

1.’Melhor é ter um único desejo que ter muitos’ (Nietzsche). ‘Pureza de coração é desejar uma só coisa’ (Kierkegaard). ‘Melhor é ter um único diamante que ter uma coleção de bijuterias’ (Jesus Cristo, paráfrase minha). ‘A vida é composta como uma partitura musical. O ser humano, guiado pelo sentido da beleza, escolhe um tema que fará parte da partitura da sua vida. Voltará ao tema, repetindo-o, modificando-o, desenvolvendo-o, transpondo-o, como faz um compositor com os temas de uma sonata. O homem, inconscientemente, compõe sua vida segundo as leis da beleza, mesmo nos instante do mais profundo desespero’ (Milan Kundera). Sem que o saibamos, estamos em busca do tema que dará sentido à nossa vida. Se vocês não sabem disso, esse é o objetivo da psicanálise, pelo menos da psicanálise que pratico: temos de descobrir a música que se toca dentro do nosso corpo, inaudivelmente, a despeito dos ruídos da estática que enchem o nosso espaço.

2.Um amigo querido, Hugo Assmann, faz anos, me disse com um sorriso: ‘Rubem, faz anos que você fala sempre sobre a mesma coisa’. É verdade. Não importa sobre o que eu esteja falando: eu falo sobre o tema que enche minha alma de alegria.

3.Por vezes o tema é um sonho, impossível. Os homens realistas, banqueiros, empresários, burocratas (lembram-se da lógica dos macacos?), ao ver o nosso sonho, dizem com um sorriso de desdém: ‘Sonhador romântico! Os sonhos nunca se realizarão.’ Respondo com um poeminha do Mário Quinatna: ‘Se as coisas são inatingíveis...ora!/ Não é motivo para não querê-las.../ Que tristes os caminhos, se não fora/ A mágica presença das estrelas!’

4.Meu único desejo, meu tema musical, meu diamante é a educação. Não acredito que exista coisa mais bela que ser um educador. Sabedoria de Nietzsche: ‘A única felicidade está na razão. A mais alta razão se encontra na obra do artista. Mas há algo que poderia resultar numa felicidade ainda maior: gerar e educar um ser humano.’

5. Minha estrela é a educação. Educar não é ensinar matemática, física, química, geografia, português. Essas coisas podem ser aprendidas nos livros e nos computadores. Dispensam a presença o educador. Educar é outra coisa. De um educador pode-se dizer o que Cecília Meireles disse de sua avó - que foi quem a educou: ‘Teu corpo era um espelho pensante do universo.’ O educador é um corpo cheio de mundos. A Cecília olhava para o corpo de sua avó e via um universo refletido nele. Lembram-se da estória do Gabriel Garcia Marques, O afogado mais bonito do mundo? Por isso o educador e seus discípulos estão ligados por laços de amor.

6.A primeira tarefa da educação é ensinar a ver. O mundo é maravilhoso, está cheio de coisas assombrosas. A contemplação das coisas assombrosas que enchem o mundo é um motivo de riso e felicidade. Zaratustra ria vendo borboletas e bolhas de sabão. A Adélia ria vendo tanajuras em vôo e um pé de mato que dava flor amarela. Eu rio vendo conchas, teias de aranha e pipoca. Quem vê bem nunca fica entediado com a vida. O educador aponta e sorri - e contempla os olhos do discípulo. Quando seus olhos sorriem, ele se sente feliz. Estão vendo a mesma coisa. O fato de gastarmos horas na contemplação das imagens banais e grosseiras da televisão e de não gastarmos nenhum tempo comparável na contemplação dos assombros da natureza é uma indicação do ponto a que a nossa cegueira chegou. As coisas não são assombrosas para todos. Só para aqueles que aprenderam a ver. A visão tem de ser aprendida. Os olhos precisam ser educados. Alberto Caeiro disse que a primeira coisa que o Menino Jesus lhe ensinou foi ‘a olhar para as coisas.’ O Menino Jesus lhe ‘apontava todas as coisas que há nas flores’ e lhe mostrava ‘como as pedras são engraçadas quando a gente as tem na mão e olha devagar para elas.’ Ver bem é uma experiência mística, sagrada. Quando digo que minha paixão é a educação estou dizendo que desejo ter a alegria de ver: os olhos dos meus discípulos, especialmente os olhos das crianças.

7.Ver não é o bastante. O assombro das coisas vistas provoca o pensamento. Queremos entender o que vemos. As crianças não se cansam de perguntar: ‘Por quê?’ Os olhos buscam o entendimento, a razão. Aristóteles estava certo ao iniciar a sua Metafísica dizendo que ‘todos nós temos, naturalmente, o desejo de entender.’ Mas, é claro, o desejo de entender, que freqüentemente tem o nome de curiosidade, só aparece quando a inteligência é espicaçada pelo assombroso das coisas. Se não houver essa experiência de assombro a inteligência fica dormindo. O educador é um mostrador de assombros. Tudo é assombroso. Por exemplo: os flamboyants floridos pela cidade, fogo saindo das flores, grande incêndio. Pergunto: Que professor levou seus alunos a ver os flamboyants incendiados? Primeiro, o prazer estético diante do assombroso. Depois, o prazer de compreender. Mas, para compreender, é preciso pensar. O pensamento é um filho do assombroso. Quando passamos do assombro das coisas para o desejo de pensar, passamos do visível para o invisível. Compreender é ver o invisível. Foi assim que nasceram as ciências. Copérnico: primeiro, o assombro dos céus estrelados; depois a compreensão matemática (invisível!) dos movimentos das estrelas. Darwin: primeiro, o assombro diante da variedade das espécies vegetais e animais; depois, a compreensão (invisível!) da sua origem.

8.Diz Manoel de Barros: ‘Deus deu a forma. Os artistas desformam. É preciso desformar o mundo.’ Um jardim é uma ‘desformação’ do mundo. Também uma moqueca. Uma bicicleta. Um balanço. Um par de óculos. Um sapato. Uma casa. Uma lâmpada. Um forno. Nenhuma dessas coisas apareceu naturalmente, ao lado de pedras e árvores. Coisa maravilhosa essa: que os seres humanos, vendo as coisas assombrosas de que o mundo é feito e compreendendo o seu assombro, não fiquem satisfeitos. Querem fazer com as coisas assombrosas que estão no mundo outras coisas assombrosas que não se encontram lá. A educação, assim, além de implicar a aprendizagem da arte de ver, a aprendizagem da arte de pensar, implica também a aprendizagem da arte de inventar. Coisa deliciosa é ver a alegria da criança que aprendeu a dar um laço no sapato. Laço no sapato também é uma invenção, desformação.

9.Ver, pensar, inventar: essas são ferramentas e brincadeiras do corpo. O corpo vê, pensa e inventa em função da necessidade de viver. Dizem que os esquimós são capazes de identificar várias dezenas de nuances do branco. No mundo em que vivem, de neve permanente, a percepção das sutilezas do branco é vital. O branco do urso adormecido, sua caça, comida e sobrevivência, é diferente do branco do monte de neve em que ele se esconde. A inteligência dos beduínos nômades dos desertos jamais vai tentar entender as leis da navegação e nem se ocupará da ciência da construção de barcos. O conhecimento surge sempre em resposta a desafios vitais práticos.

10.Metáfora: o corpo carrega sempre duas caixas. Numa mão, uma caixa de ferramentas. Na outra mão, uma caixa de brinquedos. Essas duas caixas definem os objetivos da educação.

11.Caixa de ferramentas: nela se encontram os objetos necessários para compreender e inventar. Úteis, indispensáveis à sobrevivência. Na caixa de ferramentas se encontram guardadas desde coisas concretas como fogo, redes, facas, machados, hortas, bicicletas, computadores, até coisas abstratas como palavras, operações matemáticas, teorias científicas.

12.Caixa de brinquedos: nela se encontram objetos inúteis que, sendo inúteis, são usados pelo prazer e alegria que produzem: música, literatura, pintura, dança, brinquedos, jardins, instrumentos musicais, poemas, livros, pinturas, culinária, dança...

13.Com a caixa de ferramentas e a caixa de brinquedos os seres humanos não só sobrevivem, mas sobrevivem com alegria. A caixa de ferramentas, sozinha, produz poder sem alegria. Vida forte mas vida boba, sem sentido. Os seres humanos ficam embrutecidos. O conhecimento, sozinho, é embrutecedor. A caixa de brinquedos, sozinha, está cheia de prazeres e alegrias. Mas os prazeres e alegrias, sozinhos, são fracos. E a vida, sem poder, é vida fraca, incapaz de responder aos desafios práticos da sobrevivência. E vem a morte. Sábio é aquele que possui as duas caixas... O homem sábio planta hortas - coisas boas para comer e viver - e planta jardins - coisas boas de se ver, cheirar, degustar...

14. Tarefa do educador: ajudar os discípulos a construir suas caixas de ferramentas e suas caixas de brinquedos... Pergunto se as escolas fazem isso. Talvez seja necessário ver, pensar e inventar - uma escola diferente... Esse é o meu sonho!

RUBEM ALVES

 
Escrito por:ADRIANE CRISTIANE HEDLUND - 03/07/2010 11:44
 
Categoria(s):  Sem Categoria
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PROJETO ABRACE NOSSO PLANETA-ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL AYRTON SENNA
 

  

Professores Coordenadores do projeto-Adriane Cristiane Hedlund  e Tiago Wollmann

 

OBJETIVO GERAL

  • Identificar-se como parte integrante do meio ambiente, promovendo ações de preservação.

JUSTIFICATIVA

*O estudo do meio como recurso didático, favorece uma participação ativa do aluno na elaboração de conhecimentos, como uma atividade construtiva que depende da interpretação e das relações que o indivíduo faz com o meio em que vive.

*Em termos de educação, essa perspectiva contribui para evidenciar a necessidade de um trabalho vinculado aos princípios da dignidade do ser humano, da participação, da co-responsabilidade, da  solidariedade e da equidade exercendo sua cidadania.

*Cientes da necessidade de uma conscientização sobre a preservação do meio ambiente e valorização da vida é que nos propomos a desenvolver este projeto, despertando o gosto e o interesse em preservar o meio em que vive. Sentir-se integrante e agente transformador do ambiente, identificando seus elementos e as interações entre eles, contribuindo ativamente para a melhoria do mesmo.

*O debate mundial desperta um chamado ante a degradação do planeta. Professores e alunos são convidados a pensar a questão num processo em que aprender junto é melhor que aprender sozinho. Para isso, uma das boas alternativas é desenvolver este projeto”Abrace o nosso planeta”.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Pensar outras formas de viver o hoje, pensando no amanhã.

*Incentivar a preservação e a recuperação da mata ciliar;

*Reduzir a produção de lixo no meio em que vive;

*Adotar uma postura de responsabilidade ambiental, buscando a não-contaminação de qualquer tipo de ambiente.

*Promover a separação do lixo, dando o destino correto ao lixo produzido na Escola e consequentemente nas residências;

*Despertar a consciência de preservação ambiental entre estudantes, visando a pratica de desenvolvimento sustentável;

*Reafirmar a necessidade de produzir e consumir alimentos saudáveis;

*Sensibilizar as comunidades sobre o uso correto e seguro de agrotóxicos;

*Valorizar o trabalho realizado pelo agricultor e orgulhar-se dele.

*Reduzir o consumo de água e de energia;

*Reaproveitar a gordura saturada, extremamente prejudicial ao Meio Ambiente;

*Fabricar e comercializar de forma cooperativa sabão confeccionado com gordura saturada.

 

AÇÕES:

  • Reunião com entidades parceiras para exposição do projeto e pactuação das ações;
  • Palestra com funcionários da Corsan-  sobre a importância do uso consciente da água;
  • Identificação de problemas ambientais através de visitação;
  •  Reaproveitamento de gordura saturada;
  • Recolhimento de gordura saturada no comercio - restaurantes, comunidade escolar e geral;
  • Produção e interpretação textual de acordo com as ações realizadas na Escola;
  • Vídeos informativos sobre o Meio Ambiente;
  • Plantio de árvores, flores no pátio da escola;
  • Cálculos matemáticos sobre o consumo da água e a vasão dos poços de nosso município; 

 

 PÚBLICO ALVO-ALUNOS DESDE AEDUCAÇÃO INFANTIL ATÉ O NONO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL,EQUIPE DIRETIVA,PROFESSORES,FUNCIONÁRIOS.

 

 

 
Escrito por:ADRIANE CRISTIANE HEDLUND - 25/06/2010 22:40
 
Categoria(s):  Sem Categoria
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A MISSÃO DA EDUCAÇÃO ,DO EDUCADOR E DA ESCOLA
 

[...]A missão da educação, do educador e da escola, na construção da cidadania, é semelhante do jardineiro. Não pode fazer germinar a semente. A força e a capacidade da germinação já estão contidas na própria semente .No entanto ,o jardineiro cria condições para que ocorra o germinar.Aduba o canteiro ,semeia,rega e protege.Só assim terá  certeza da primavera.O ato educativo é um ato de cuidado, de dedicação que auxilia na formação do ser  ao permitir a potencialização das capacidades intrínsecas deste ser. Educar é autonomizar sujeitos para que floresçam  e frutifiquem na cidadania

O jardineiro não diz que algumas sementes têm mais condições de florir a seu modo.Quem faz a segregação é o  especialista ,o técnico ,que vê os resultados apenas porque entende tudo a partir da potencialidade produtiva,diferentemente do jardineiro que vê a gratidão da vida e a beleza do cuidado .O jardineiro não age deste modo por impulsão sentimentalista ou por ser desprovido de racionalidade, mas porque consciente da essencialidade de sua ação histórica como construtora da próxima primavera .Uma atitude de crença na potencialidade de cada semente em formar com as outras uma bela estação[...](CASSOL,2007).

 
Escrito por:ADRIANE CRISTIANE HEDLUND - 15/06/2010 18:25
 
Categoria(s):  Sem Categoria
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RESIGNIFICANDO A ESCOLA COM A TICS
 

É pouco provável que a escola continue a mesma após a implantação de novas tecnologias educacionais em seu interior, visto que os equipamentos informáticos modificam a paisagem, as estruturas físicas e mesmo organizacionais, incorporam outras práticas pedagógicas, novas relações sociais, novos olhares sobre o significado da aprendizagem, entre outros fatores.
Nessa aventura, o professor também é desafiado a assumir uma postura de aprendiz ativo, crítico e criativo, articulador do ensino com a pesquisa, constante investigador sobre o aluno, seu nível de desenvolvimento cognitivo, social e afetivo, sua forma de linguagem, expectativas e necessidades, seu estilo de escrita, seu contexto e cultura.
Um dos aspectos que mudou de forma substantiva nos últimos anos foi a formação de professores para o uso das TICS na prática pedagógica tendo em vista a ênfase das atividades atuais na formação contextualizada na realidade da escola e na atuação do professor.
Os participantes de um ambiente virtual de aprendizagem são incitados a ler e interpretar o pensamento do outro, expressar o próprio pensamento através da escrita textual, conviver com a diversidade e a singularidade, trocar idéias e experiências, realizar simulações, testar hipóteses, resolver problemas e criar novas situações, engajando-se na construção coletiva de uma ecologia da informação, na qual compartilham valores, motivações, hábitos e práticas. Cada participante do ambiente torna-se receptor e emissor de informações, leitor, escritor e comunicador.

 
Escrito por:ADRIANE CRISTIANE HEDLUND - 15/06/2010 17:36
 
Categoria(s):  Sem Categoria
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